Após alguns anos de interregno voltei hoje a utilizar os transportes públicos para entrar em Lisboa.
Comboio e depois metro, à hora de ponta. Pessoas, muitas pessoas, e poucos lugares sentados.
Muita coisa se mantém igual...
...Como as senhoras (novas ou mais velhas, porque é algo transversal) que se dão ao trabalho de forrar os livros com papel branco opaco para que os outros não saibam o que estão a ler!
Nunca percebi isto. Para mim não faz sentido nenhum... nunca fez.
No comboio da Fertagus há os que lêem a Bola, o Destak, o Correio da Manhã. E depois há os livros forrados a branco. Muitos. Mesmo muitos.
3 comentários:
Eu sou dessas pessoas que forram os livros. No meu caso, não seria para esconder o livro, mas como ele poderia ser emprestado ou da biblioteca, depois devolveria-o em condições. Um livro manuseado é agradável, mas se acontece outro acidente, eu não gostaria, nada!
Nesse caso, compreendo.
Mas será que há assim tanta gente a ler livros emprestados ou de biblioteca?
Bem, se calhar sim!
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