- Na semana anterior o meu pai ofereceu-nos convites para o Circo Cardinali. Confesso que não tinha vontade nenhuma de ir mas arrastei-me pela Maria. E que bela surpresa tive! Gostámos muito do espectáculo. Digno e com qualidade.
Há dois anos levámos a Maria ao circo pela primeira vez e jurámos que não voltaríamos. Fomos ao Coliseu porque pensámos que seria bom (tinha obrigação disso, mais que não fosse por ser no Coliseu) mas foi degradante. Sentimo-nos dentro de um filme do Kusturica; foi surreal!
Agora é deixá-la crescer mais um bocadinho para irmos todos ao Cirque du Soleil.
- No final de 2011 uma amiga minha da faculdade, agora jornalista, publicou um artigo de opinião na revista para a qual trabalha onde, entre outras coisas, abordou o meu percurso académico e profissional e a minha vida em geral. Agradeço-lhe muito as palavras e todas as conversas e e-mails trocados que me têm ajudado muito nesta fase tão difícil para mim.
Porque sei que ela é minha leitora no blogue, deixo aqui um beijinho especial.
Obrigada Sílvia!
Quando tudo isto passar não me vou esquecer de retribuir o carinho e a amizade, e vamos encontrar-nos pessoalmente, que dez anos de amizade à distância merecem uma comemoração!
- E por falar em amizade, hoje enquanto passava a ferro dei por mim a pensar nas pessoas que fazem parte da minha vida, e naquelas que já não pertencem ao meu circulo de amigos; que por uma ou por outra razão deixaram de estar presentes no meu dia-a-dia.
Têm sido tantas as desilusões que tenho apanhado ao longo da vida - e ainda só tenho 33 anitos! - que já aprendi que o melhor mesmo é não criar ilusões.
As pessoas vão e vêm, entram e saem da nossa vida. É assim que funciona.
Não sendo eu das pessoas mais populares, muito me orgulho de poder dizer que mantenho amizades desde o ciclo preparatório, fiz amigos no secundário, na faculdade e também em todas as empresas por onde passei. "Herdei" amizades quando casei, construí outras muito sólidas e verdadeiras mesmo onde não estava à espera - por exemplo, nas aulas de preparação para o parto quando estava grávida da Maria.
De facto, não sendo extrovertida, tenho caminhado ao lado de muita gente boa e sinto que é um privilégio poder falar dos meus amigos.
Por tudo isto, dói-me sempre que vejo alguém partir. Seja eu ou a outra parte a fechar a porta.
Dói mais ou menos consoante o motivo mas custa-me sempre muito...
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