Este título chamou a minha atenção numa das últimas edições do semanário Sol (sim, eu leio os jornais com algum atraso!).
Era uma notícia minúscula e nela podia ler-se que um aristocrata francês que se diz descendente directo de Luís XIV viu recusado o pedido para parar a exposição de Jeff Koons no palácio de Versailles.
Este senhor classifica as obras de Koons como “pornográficas” e considera que ofendem a memória do seu antepassado.
Ora bem, eu não conheço o senhor (Charles-Emmanuel de Bourbon-Parma, de seu nome) e nem me interessa se ele é ou não descendente de Luís XIV, mas lá que tem razão tem.
Era uma notícia minúscula e nela podia ler-se que um aristocrata francês que se diz descendente directo de Luís XIV viu recusado o pedido para parar a exposição de Jeff Koons no palácio de Versailles.
Este senhor classifica as obras de Koons como “pornográficas” e considera que ofendem a memória do seu antepassado.
Ora bem, eu não conheço o senhor (Charles-Emmanuel de Bourbon-Parma, de seu nome) e nem me interessa se ele é ou não descendente de Luís XIV, mas lá que tem razão tem.
Visitei Versailles em Dezembro e pude apreciar a dita exposição. E não sendo eu descendente dos reis de França, também não gostei do que vi.
Passar um dia em Versailles, visitar o palácio, os jardins, o Grand e o Petit Trianon, transporta-nos para uma outra época. Há toda uma aura envolvendo os móveis, os objectos.
E depois, espetam-nos com as "obras" do Sr. Koons; ali espalhadas pelas salas, sem qualquer enquadramento...
Tirei esta fotografia e o mais engraçado é que depois de o fazer disse para comigo: vou publicar no blog com o título "Mau gosto em Versailles".
Admito que até gostei de algumas peças. Mas com tantas salas para expor, pergunto-me porque raio foram logo escolher o Palácio de Versailles.
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